Arquivos Híbridos – Vetor e Imagem

A locação de propriedades por sistemas de coordenadas e a atualização das dimensões de áreas são constantes geradores de trabalhos em campo e escritório. O mesmo para estradas, grandes terraplenagens, mapa chave de grandes projetos, topografia, mapas de localização e outras utilidades onde se deseja mostrar em uma região a área de interesse.

Para este trabalho as cartas do IBGE são o pano de fundo e sistemas ideais.  Há muita reclamação, mas as cartas do IBGE são a única fonte de informação em alguns casos e regiões e para quem não deseja fazer um novo levantamento topográfico ou locação.

Uma utilidade da imagem raster ou digitalização é o “pano de fundo” para softwares que permitem inserir imagens em arquivos vetoriais. O resultado é um arquivo híbrido. Veja a imagem :
    
  
Na imagem os objetos em tons de cinza pertencem a imagem da carta que foi encomendada a vetorização das curvas de nível e hidrografia. A vetorização da hidrografia em azul escuro e as curvas de nível mestras em verde, intermediárias em azul claro. As informações estão em camadas ( layers ) diferentes, podem ser mostradas em tela do computador ou não.
   
    
Caso seja possível e necessário, ambas as informações – imagem e vetores – podem ser impressos para a mostra necessária a quem e no local de interesse. Também estudos e demonstrações podem ser realizados em tela do computador.
Para informação, quanto menor a escala do original fornecido, mais pontos podem ser colocados nas curvas de nível a serem vetorizadas, tornando o contorno, a apresentação e precisão para cálculos de terrenos, mais precisa.

Vetorize hoje !! A AJS há mais de dezessete anos vetoriza originais ou parte destes em todas as regiões do Brasil. Como resultado temos um dos maiores acervos de cartas do IBGE vetorizadas completamente ou parte delas. Consulte já !!! Em diversas escalas !!

Vetorização – Passo a Passo – Camadas ( Layers )

Veja vantagens de vetorização de documentos técnicos. Quando se tem um mapa impresso em mãos, as informações são aquelas visíveis e em alguns casos confusas para se projetar ou desenhar por cima. Aquela velha técnica do papel de seda ou vegetal não ajuda muito. Em um arquivo resultado de vetorização as informações são colocadas em camadas. As camadas (layers) podem ser desligadas e colocadas na tela de acordo com a necessidade. Editadas, bloqueadas, coloridas ou não.

Veja o mapa abaixo em camadas. Primeiro a grade de coordenadas UTM.
   

  

A camada com as curvas de nível mestras

   

  

Camada com os textos de informação das curvas de nível

   

    

   E o arquivo digital com as informações necessárias em camadas separadas e apresentadas

   

 
Precisa digitalizar, georreferenciar e vetorizar mapas, temas ou projetos! Digitalize HOJE !!!

Cartas do Brasil ao Milionésimo – Numeração

O Brasil foi dividido em quarenta e seis folhas ao milionésimo sendo cinco delas no hemisfério Norte.
Cada folha pode ser indicada pelo nome ou por uma indicação formada por letras e números :

  • Formato das folhas com 6 graus de LONGITUDE por 4 graus de LATITUDE ;
  • Código para denominação das folhas formado por letras e números ; 
  • Letras N ou S para indicar hemisfério Norte ou Sul ;
  • Letras maiúsculas de A até V para indicar a faixa de quadrículas por LATITUDE ;
  • Números que vão de 1 a 60 indicam zonas de LONGITUDE de 6 graus que partem do meridiano de 180 graus na direção Oeste-Leste ;
  • Moldura interna contendo sub-divisão com equidistância de 5 minutos ;
  • Paralelos e meridianos traçados de grau em grau ;
  • A contar do ângulo noroeste para Leste são inseridos números romanos de 1 a 12, dentro de um círculo com espaçamento de 30 minutos ;
  • Na direção da LATITUDE  são inseridas letras de “a” a “h” ;

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais
  (11) 3301-5484
São Paulo
  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Cartas do Brasil ao Milionésimo – Numeração

O Brasil foi dividido em quarenta e seis folhas ao milionésimo sendo cinco delas no hemisfério Norte.
Cada folha pode ser indicada pelo nome ou por uma indicação formada por letras e números :

  • Formato das folhas com 6 graus de LONGITUDE por 4 graus de LATITUDE ;
  • Código para denominação das folhas formado por letras e números ; 
  • Letras N ou S para indicar hemisfério Norte ou Sul ;
  • Letras maiúsculas de A até V para indicar a faixa de quadrículas por LATITUDE ;
  • Números que vão de 1 a 60 indicam zonas de LONGITUDE de 6 graus que partem do meridiano de 180 graus na direção Oeste-Leste ;
  • Moldura interna contendo sub-divisão com equidistância de 5 minutos ;
  • Paralelos e meridianos traçados de grau em grau ;
  • A contar do ângulo noroeste para Leste são inseridos números romanos de 1 a 12, dentro de um círculo com espaçamento de 30 minutos ;
  • Na direção da LATITUDE  são inseridas letras de “a” a “h” ;

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

Cartas do Brasil ao Milionésimo – Convenções

A carta do Brasil ao milionésimo faz parte de um plano mundial que teve origem em convenção internacional na Inglaterra em 1909.
Foram estabelecidos padrões técnicos para a confecção de cartas na escala de 1:1.000.000 – um por um milhão – daí o nome e expressão ” ao milionésimo ” .
   
As dimensões das folhas foram fixadas em 6 graus de longitude e 4 graus de latitude.
 

Quanto a denominação e localização das folhas foi estabelecido :
  • código combinando letras e números ( N ou S para indicar norte ou sul ) ;
  • letras de A até V para indicar os fusos que partem do antimeridiano de Greenwich na direção oeste-leste ;
  • Projeção cartográfica Policônica com a modificação do traçado dos meridianos para retas afim de que a junção das folhas adjacentrs fosse facilitada ;
  • Esta projeção teve problemas e hoje é utilizada a de Lambert.
  
Veja o esquema da Zona 23 :
  
  • Limitada pelos meridianos de 42 a 48 graus Oeste ;
  • Meridiano Central é o de 45 graus ;
  • Dividida em faixas de 4 graus de LATITUDE que são identificados pela letras A, B, C, etc ;
  
A folha de referência SF-23 tem o seguinte significado :
  • S = Hemisfério Sul ;
  • F = faixa entre 20 e 24 graus de LATITUDE ;
  • 23 =  número da zona que fica entre 42 e 48 graus de LONGITUDE Oeste.
  
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais
  (11) 3301-5484
São Paulo
  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Cartas do Brasil ao Milionésimo – Convenções

A carta do Brasil ao milionésimo faz parte de um plano mundial que teve origem em convenção internacional na Inglaterra em 1909.
Foram estabelecidos padrões técnicos para a confecção de cartas na escala de 1:1.000.000 – um por um milhão – daí o nome e expressão ” ao milionésimo ” .
   
As dimensões das folhas foram fixadas em 6 graus de longitude e 4 graus de latitude.
 

Quanto a denominação e localização das folhas foi estabelecido :
  • código combinando letras e números ( N ou S para indicar norte ou sul ) ;
  • letras de A até V para indicar os fusos que partem do antimeridiano de Greenwich na direção oeste-leste ;
  • Projeção cartográfica Policônica com a modificação do traçado dos meridianos para retas afim de que a junção das folhas adjacentrs fosse facilitada ;
  • Esta projeção teve problemas e hoje é utilizada a de Lambert.
  
Veja o esquema da Zona 23 :
  
  • Limitada pelos meridianos de 42 a 48 graus Oeste ;
  • Meridiano Central é o de 45 graus ;
  • Dividida em faixas de 4 graus de LATITUDE que são identificados pela letras A, B, C, etc ;
  
A folha de referência SF-23 tem o seguinte significado :
  • S = Hemisfério Sul ;
  • F = faixa entre 20 e 24 graus de LATITUDE ;
  • 23 =  número da zona que fica entre 42 e 48 graus de LONGITUDE Oeste.
  
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

Latitude e Longitude

Com base na rede geográfica, podemos determinar as coordenadas, ou seja, a LATITUDE e a LONGITUDE de qualquer ponto situado sobre a superfície terrestre.
      
Para determinação da LATITUDE são considerados os paralelos enquanto a LONGITUDE os meridianos.
LATITUDE é o valor angular do arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo do lugar de referência. Será sempre norte (N) ou sul (S).
Veja a figura :
   
  • Equador e eixo da terra formam ângulo de 90 graus ; esta é a LATITUDE máxima;
  • Os pontos A e B, situados no mesmo paralelo possuem LATITUDE de 45 graus norte;
  • Os pontos C e D possuem LATITUDE de 60 graus sul;
  • O valor de cada paralelo é determinado pelo ângulo formado no centro da terra pelo plano do Equador e a linha correspondente ao prolongamento da vertical do lugar.
LONGITUDE  é o valor angular junto ao eixo da terra do plano formado pelo prolongamento das extremidades do arco de paralelo compreendido entre o meridiano Greenwich e o meridiano do lugar de referência considerando este plano sempre paralelo ao Equador. A LONGITUDE será sempre Leste (E) ou Oeste (W). Assim as coordenadas geográficas de um ponto qualquer sobre a superfície terrestre correspondem então ao conjunto de LATITUDE e LONGITUDE.
Veja a figura :
   

  • Considere que Greenwich seja aquele que passa por A e D;
  • Neste caso a LONGITUDE dos pontos C e D é de 90 graus;
  • O ponto C está no plano do Equador e sua LONGITUDE é determinada pelo ângulo formado em B, no centro da Terra;
  • A LONGITUDE de F é determinada pelo ângulo formado em E ;
No exemplo da figura abaixo as coordenadas geográficas do ponto P – LATITUDE e LONGITUDE – são 50 graus de LATITUDE NORTE e 110 graus de LONGITUDE LESTE.
  

   
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 55 a 57.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais
  (11) 3301-5484
São Paulo
  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Latitude e Longitude

Com base na rede geográfica, podemos determinar as coordenadas, ou seja, a LATITUDE e a LONGITUDE de qualquer ponto situado sobre a superfície terrestre.
      
Para determinação da LATITUDE são considerados os paralelos enquanto a LONGITUDE os meridianos.
LATITUDE é o valor angular do arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo do lugar de referência. Será sempre norte (N) ou sul (S).
Veja a figura :
   
  • Equador e eixo da terra formam ângulo de 90 graus ; esta é a LATITUDE máxima;
  • Os pontos A e B, situados no mesmo paralelo possuem LATITUDE de 45 graus norte;
  • Os pontos C e D possuem LATITUDE de 60 graus sul;
  • O valor de cada paralelo é determinado pelo ângulo formado no centro da terra pelo plano do Equador e a linha correspondente ao prolongamento da vertical do lugar.
LONGITUDE  é o valor angular junto ao eixo da terra do plano formado pelo prolongamento das extremidades do arco de paralelo compreendido entre o meridiano Greenwich e o meridiano do lugar de referência considerando este plano sempre paralelo ao Equador. A LONGITUDE será sempre Leste (E) ou Oeste (W). Assim as coordenadas geográficas de um ponto qualquer sobre a superfície terrestre correspondem então ao conjunto de LATITUDE e LONGITUDE.
Veja a figura :
   
  • Considere que Greenwich seja aquele que passa por A e D;
  • Neste caso a LONGITUDE dos pontos C e D é de 90 graus;
  • O ponto C está no plano do Equador e sua LONGITUDE é determinada pelo ângulo formado em B, no centro da Terra;
  • A LONGITUDE de F é determinada pelo ângulo formado em E ;
No exemplo da figura abaixo as coordenadas geográficas do ponto P – LATITUDE e LONGITUDE – são 50 graus de LATITUDE NORTE e 110 graus de LONGITUDE LESTE.
  

   
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 55 a 57.

Os melhores preços para Impressoras Plotter, Suprimentos para Plotter, Cartuchos de Tinta

Os melhores preços para Impressoras Plotter, Suprimentos para Plotter, Cartuchos de Tinta