Vetorização – Levantamento Planialtimétrico

Apresentamos neste blog alguns trabalhos que realizamos para exemplificar a necessidade de conversão do papel para o digital. A vetorização é o desenho de informações de uma imagem raster para vetor, filtrando (redesenhando) apenas as informações necessárias ao novo projeto.

Neste trabalho o cliente nos enviou uma planta antiga de uma fazenda, em papel. Foi feita a digitalização em scanner formato A0, construída a grade de coordenadas informada em verdadeira grandeza, depois a imagem foi retificada para coincidir  com a grade de coordenadas.
Em seguida foi feita a vetorização dos temas desejados, veja o resultado.
   
Formato origem : A0
Cliente : Topografo Sr. Domingos
Ano : 2000
Quantidade de Imagens : 1
Quantidade de arquivos : 1
Referência : 206
Justificativa do trabalho : cliente precisava fazer a locação de marcos na fazenda com pontos de GPS e entregar arquivo da área com os pontos para projeto de loteamento. O projeto de loteamento foi feito em software especifíco.

No desenho cada tema – curvas de nível, hidrografia, pontos, estradas e outros – foi colocado em camadas ( layers ) diferentes. Em todas as curvas de nível foram inseridas a elevação ( cota z ) que possibilita o trabalho com maquetes, novas interpolações, cálculo de volumes e estudos de declividades.

Precisa digitalizar, georreferenciar e vetorizar mapas, temas ou projetos! Digitalize HOJE !!!
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Digitalização de Desenhos Técnicos – Taxonomia – Parte II

Some valor ao serviço de digitalização de documentos, ofereça o cadastro e indexação dos documentos ou desenhos técnicos para que possam ser achados de forma rápida.
Mas para fazer o cadastro é preciso antes conhecer os dados, saber como serão procurados pelos interessados. Faça a taxonomia da informação dos documentos.
Trabalhe com o cliente de forma simples a maneira como serão indexados os dados, como são concebidos os documentos, selos de desenhos e as informações costumeiras e as relações que constam entre todos os documentos ou desenhos. Faça uma categorização.
O método da categorização é, sobretudo, um método para organizar o pensamento, o raciocínio. Constitue uma ordem para a disposição dos tópicos da taxonomia.

Veja no artigo “Taxonomia e Classificação: o princípio da categorização” de  Maria Luiza de Almeida Campos e Hagar Espanha Gomes, o caminho teórico e metodológico que auxilia na elaboração da taxonomia para seus trabalhos.

Digitalização de Desenhos Técnicos – Taxonomia

Digitalização de Documentos. Para você que já entendeu aqui como os equipamentos tratam as cores, qual scanner comprar, e tipos de documentos históricos e desenhos técnicos, vai mais uma dica : como organizar a busca dos arquivos digitalizados ?
 
Porque deste post ? Se você comprou um scanner de grande formato e vai vender serviços, agrega valor se adicionar a classificação e indexação das informações dos documentos. Também para interessados em contratar os serviços de digitalização com a AJS.
    
 
     
Taxonomia – Conceitos
 
A taxonomia ou taxionomia surgiu como Ciência das leis da classificação de formas vivas e, por extensão, ciência das leis da classificação. No ambiente dos sistemas de classificação, das ontologias, da inteligência artificial, é entendida como classificação de elementos de variada natureza.
 
O resgate da taxonomia nos sistemas de informação considera a unidade sistemática (taxon), não mais família, gênero, espécie, mas conceitos. 
 
Volume de informação requer padronização. As taxonomias atualmente são estruturas classificatórias que tem por finalidade servir de instrumento para a organização e recuperação de informação em empresas e instituições. Em resumo, a organização das informações através do conceito de taxonomia permite alocar, recuperar e comunicar informações dentro de um sistema de maneira lógica através de navegação.
As taxonomias tem sido bastante empregadas em portais corporativos e em bibliotecas digitais. Além destas aplicações, o seu uso tem sido também bastante difundido no contexto da web semântica permitindo padrões de alto nível para a ordenação e  a classificação de informação através do uso de mecanismos de herança.
O conceito de herança é um dos conceitos mais poderosos no desenvolvimento de software. As máquinas podem compreender corretamente relacionamentos de generalização e especialização entre as entidades atribuíndo propriedades às classes gerais e então assumindo que as subclasses herdam estas propriedades.
Continua
     
Fonte : adaptado de Taxonomia e Classificação: o princípio da categorização – Maria Luiza de Almeida Campos e Hagar Espanha Gomes

Formatos ABNT – A0, A1, A2, A3 e A4

Você tem dúvidas sobre o que é um desenho técnico, formatos, margens, dobras, cópias e dimensões padronizadas ? Veja abaixo de maneira suscinta o que cada um significa.

A norma da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068/87: Folha de desenho – Leiaute e Dimensões. Rio de Janeiro, 1987, informa que as dimensões em milímetros de formatos para a apresentação de desenhos técnicos impressos e copiados são:
Repetindo em texto maior e mais claro as dimensões em milímetros dos formatos :
FORMATO AO – 1189 x 841
FORMATO A1 – 841 X 594
FORMATO A2 – 594 X 420
FORMATO A3 – 420 X 297
FORMATO A4 – 297 X 210
A norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) recomenda procedimentos para facilitar que as cópias técnicas sejam dobradas de forma que fiquem com dimensões, após dobradas, similares as dimensões de folhas tamanho A4.

Esta padronização facilita para arquivamento e armazenamento das impressões e cópias quando também no Brasil os relatórios em sua maioria são impressos em formatos A4.
  

Fonte, imagens e figuras : AJS e ABNT  ;

Se tiver curiosidade em desenhos técnicos e normatização de desenhos técnicos consulte:
NBR 6492: Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro, 1994.

NBR 10068/87: Folha de desenho – leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
NBR 13142/99: Dobramento e cópia. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 08196 NB 806: Desenho tecnico – Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 10647: Desenho técnico (terminologia) . Rio de Janeiro, 1989.
NBR 10067: Princípios gerais em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995
NBR 10126: Cotagem em desenho técnico .Rio de Janeiro,1987
NBR 6158: Sistema de tolerância e ajustes . Rio de Janeiro, 1995
NBR 8402: Execução de caracter de escrita em desenho técnico .Rio de Janeiro, 1994.
NBR 8403: Aplicação de linhas em desenhos – Tipos de linhas .Rio de Janeiro, 1984.

 
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