Cartas do Brasil ao Milionésimo – Convenções

A carta do Brasil ao milionésimo faz parte de um plano mundial que teve origem em convenção internacional na Inglaterra em 1909.
Foram estabelecidos padrões técnicos para a confecção de cartas na escala de 1:1.000.000 – um por um milhão – daí o nome e expressão ” ao milionésimo ” .
   
As dimensões das folhas foram fixadas em 6 graus de longitude e 4 graus de latitude.
 

Quanto a denominação e localização das folhas foi estabelecido :
  • código combinando letras e números ( N ou S para indicar norte ou sul ) ;
  • letras de A até V para indicar os fusos que partem do antimeridiano de Greenwich na direção oeste-leste ;
  • Projeção cartográfica Policônica com a modificação do traçado dos meridianos para retas afim de que a junção das folhas adjacentrs fosse facilitada ;
  • Esta projeção teve problemas e hoje é utilizada a de Lambert.
  
Veja o esquema da Zona 23 :
  
  • Limitada pelos meridianos de 42 a 48 graus Oeste ;
  • Meridiano Central é o de 45 graus ;
  • Dividida em faixas de 4 graus de LATITUDE que são identificados pela letras A, B, C, etc ;
  
A folha de referência SF-23 tem o seguinte significado :
  • S = Hemisfério Sul ;
  • F = faixa entre 20 e 24 graus de LATITUDE ;
  • 23 =  número da zona que fica entre 42 e 48 graus de LONGITUDE Oeste.
  
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

Cartas do Brasil ao Milionésimo – Convenções

A carta do Brasil ao milionésimo faz parte de um plano mundial que teve origem em convenção internacional na Inglaterra em 1909.
Foram estabelecidos padrões técnicos para a confecção de cartas na escala de 1:1.000.000 – um por um milhão – daí o nome e expressão ” ao milionésimo ” .
   
As dimensões das folhas foram fixadas em 6 graus de longitude e 4 graus de latitude.
 

Quanto a denominação e localização das folhas foi estabelecido :
  • código combinando letras e números ( N ou S para indicar norte ou sul ) ;
  • letras de A até V para indicar os fusos que partem do antimeridiano de Greenwich na direção oeste-leste ;
  • Projeção cartográfica Policônica com a modificação do traçado dos meridianos para retas afim de que a junção das folhas adjacentrs fosse facilitada ;
  • Esta projeção teve problemas e hoje é utilizada a de Lambert.
  
Veja o esquema da Zona 23 :
  
  • Limitada pelos meridianos de 42 a 48 graus Oeste ;
  • Meridiano Central é o de 45 graus ;
  • Dividida em faixas de 4 graus de LATITUDE que são identificados pela letras A, B, C, etc ;
  
A folha de referência SF-23 tem o seguinte significado :
  • S = Hemisfério Sul ;
  • F = faixa entre 20 e 24 graus de LATITUDE ;
  • 23 =  número da zona que fica entre 42 e 48 graus de LONGITUDE Oeste.
  
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

 
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Digitalização de Documentos, Mapas, Cartas ou Plantas – Qual a diferença?

Digitalização de Documentos, Mapas, Cartas ou Plantas – Qual a diferença?
Cêurio de Oliveira (1983) refere-se às cartas, mapas e plantas da seguinte maneira:
CARTA : ” Representação dos aspectos naturais e artificiais da Terra, destinadas a fins práticos da atividade humana, permitindo a avaliação precisa de distâncias, direções e a localização geográfica de pontos, áreas e detalhes ; representação plana, geralmente em média ou grande escala, de uma superfície da Terra, subdividida em folhas, de forma sistemática, obedecido um plano nacional ou internacional. Nome tradicionalmente empregado na designação do documento cartográfico de âmbito naval. É empregado no Brasil, também como sinônimo de mapa em muitos casos” ( p. 86 );
MAPA : ” Representação gráfica, geralmente em uma superfície plana e em determinada escala das características naturais e artificiais terrestres ou subterrâneas, ou, ainda, de outro planeta. Os acidentes são representados dentro da mais rigorosa localização possível, relacionados, em geral, a um sistema de referência de coordenadas. Igualmente uma representação gráfica de uma parte ou total da esfera celeste”. ( p. 387 )
PLANTA : ” Representação cartográfica, geralmente em escala grande, destinada a fornecer informações muito detalhadas, visando, por exemplo, ao cadastro urbano, a certos fins econômico-sociais, militares, etc” ( p. 510 ).
….
Alguns autores chegam a afirmar que não há verdadeiramente uma diferença rígida entre os conceitos de mapa e carta, como faz Bastos (1978, p. 23) :

Não existe uma diferença rígida entre os conceitos de mapa e carta, sendo difícil uma separação nas duas designações. A origem das duas palavras é latina : charta, significando papiro ou pergaminho, e mapa, pano ou tecido. Em certos idiomas não existe a palavra mapa. A França usa apenas carte ou plan para mapas  de escalas maiores e menores. Em inglês, as duas palavras têm significado próprio : chart, usada para representação gráfica de navegação, linhas de costa, fenômenos meteorológicos, variações magnéticas, e para mapas celestes. As demais representações são designadas como mapas geológicos, fisícos, mapas gerais, etc. Em alemão há a palavra Karte, com prefixos designativos SEE, mar, e LAND, terra ( Seekarte e Landkarte ) .

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 121 a 123.

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