Mapa Chave e Locação

Muitos projetos ou empreendimentos precisam de um mapa chave no início da apresentação ou até mesmo para a capa do caderno.

Utilidade ideal para a imagem de mapas ou originais que possam ser digitalizados. Veja abaixo um exemplo:

A impressão que se apresenta como na imagem acima, é resultado de um arquivo híbrido. Imagem colorida para o mapa e seu detalhe, vetor para o formato e logotipos. Pode ser impressa em diversas escalas e  mídias diversas.
Precisa digitalizar mapas coloridos em grandes formatos ? Digitalize Hoje  !!!

Formatos Padrão DNER / DNIT para Sinalização e Drenagem

Apresentamos neste blog alguns trabalhos que realizamos com a digitalização e vetorização de desenhos técnicos, para exemplificar a aplicabilidade da conversão do papel para o digital. 
    
A vetorização é o desenho em computador (CAD) de informações de uma imagem raster para vetor, filtrando (redesenhando) apenas as informações necessárias ao novo projeto (arquivo digital de desenho).
 
Neste trabalho o interessado nos enviou um caderno de desenhos padrão do antigo orgão federal DNER que em 74 formatos descrevia em desenhos, normas, quadros e tabelas, os padrões de sinalização viária e de drenagem para vias.. Foi feita a digitalização em scanner formato A0 do original, construída a grade de coordenadas em arquivo digital dos pontos identificados como ideais para a amarração em verdadeira grandeza, depois a imagem foi retificada para coincidir  com a grade de coordenadas dos pontos.

Muitos dos formatos foram apenas redesenhados com a informação das medidas nos padrões.
 
Em seguida foi feita a vetorização dos temas desejados, veja o resultado.
   
Imagem resultante do escaneio do original
Imagem do arquivo digital do formato desenhado da folha padrão “Descidas D’água de Aterros em Degraus”
Formato origem : A3
Cliente : Acervo AJS
Ano : 1999
Quantidade de Imagens : 74
Quantidade de arquivos : 74
Referência : 20
Justificativa do trabalho :empresas de projetos de estradas, vias, terraplanagem e outras disciplinas, utilizam o manual de formatos padrões de sistemas de drenagem pluvial e placas, para quase todos os projetos pois como o próprio nome diz é um padrão. Com o formato em meio digital, adaptam-se as dimensões do projeto e mudando o selo para a informação atual de projeto e cliente.
 
No desenho cada seção, vista, detalhe ou planta foi redesenhado respeitando a geometria informada. O desenho resultante tem todas as informações de medida reais podendo ser utilizadas por qualquer software CAD.
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Para maiores informações e orçamentos de vetorização e digitalização :
     

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  (31) 3291-9600
Minas Gerais
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Formatos ABNT – A0, A1, A2, A3 e A4

Você tem dúvidas sobre o que é um desenho técnico, formatos, margens, dobras, cópias e dimensões padronizadas ? Veja abaixo de maneira suscinta o que cada um significa.

A norma da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068/87: Folha de desenho – Leiaute e Dimensões. Rio de Janeiro, 1987, informa que as dimensões em milímetros de formatos para a apresentação de desenhos técnicos impressos e copiados são:
Repetindo em texto maior e mais claro as dimensões em milímetros dos formatos :
FORMATO AO – 1189 x 841
FORMATO A1 – 841 X 594
FORMATO A2 – 594 X 420
FORMATO A3 – 420 X 297
FORMATO A4 – 297 X 210
A norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) recomenda procedimentos para facilitar que as cópias técnicas sejam dobradas de forma que fiquem com dimensões, após dobradas, similares as dimensões de folhas tamanho A4.

Esta padronização facilita para arquivamento e armazenamento das impressões e cópias quando também no Brasil os relatórios em sua maioria são impressos em formatos A4.
  

Fonte, imagens e figuras : AJS e ABNT  ;

Se tiver curiosidade em desenhos técnicos e normatização de desenhos técnicos consulte:
NBR 6492: Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro, 1994.

NBR 10068/87: Folha de desenho – leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
NBR 13142/99: Dobramento e cópia. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 08196 NB 806: Desenho tecnico – Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 10647: Desenho técnico (terminologia) . Rio de Janeiro, 1989.
NBR 10067: Princípios gerais em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995
NBR 10126: Cotagem em desenho técnico .Rio de Janeiro,1987
NBR 6158: Sistema de tolerância e ajustes . Rio de Janeiro, 1995
NBR 8402: Execução de caracter de escrita em desenho técnico .Rio de Janeiro, 1994.
NBR 8403: Aplicação de linhas em desenhos – Tipos de linhas .Rio de Janeiro, 1984.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

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Normografia – Réguas

Nos desenhos técnicos para textos, números e indicações eram usadas as réguas de normografia e normógrafo.

As réguas de normografia tinham tamanho de acordo com as normas de desenho internacionais e para desenho eram colocadas sobre a régua deslizante na prancheta ou esquadro firmando a mesma para que se pudesse passar pelos contornos das letras a ponta seca do normógrafo. O mesmo para uso com a régua “T” .


Acima na foto três réguas com tamanhos diferentes. Notar que a régua do meio mostra que na parte de trás contém os números. Na parte da frente dispunham-se letras maiúsculas e minúscula.

Seu escritório, empresa ou departamento tem desenhos soltos e mapotecas, memórias de cálculo ? Precisa fazer projetos a partir de originais em papel ou vegetal?
Trabalhe com quem entende !! 

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Como Dobrar Desenhos Tecnicos para Formato A4 ?

Você tem dúvidas sobre como dobrar um desenho técnico, formatos, margens, dobras, cópias e dimensões padronizadas ? Veja abaixo de maneira suscinta como fazer.
A norma da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068/87: Folha de desenho – Leiaute e Dimensões. Rio de Janeiro, 1987, informa que as dimensões em milímetros de formatos para a apresentação de desenhos técnicos impressos e copiados são:
Repetindo em texto maior e mais claro as dimensões em milímetros dos formatos :
FORMATO AO – 1189 x 841
FORMATO A1 – 841 X 594
FORMATO A2 – 594 X 420
FORMATO A3 – 420 X 297
FORMATO A4 – 297 X 210
A norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) recomenda procedimentos para facilitar que as cópias técnicas sejam dobradas de forma que fiquem com dimensões, após dobradas, similares as dimensões de folhas tamanho A4.

Esta padronização facilita para arquivamento e armazenamento das impressões e cópias quando também no Brasil os relatórios em sua maioria são impressos em formatos A4 e depois encadernados.
  

Fonte, imagens e figuras : AJS e ABNT  ;

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Orçamento de Digitalização de Desenhos e Documentos

Se está interessado em valores para a digitalização de acervos de desenhos em mapotecas ou em memórias de cálculo, os primeiros passos para o orçamento descrevemos abaixo.
Para a entrada de informações sobre os originais:
  •  Todos os originais estão realmente em formato A1 (841x594mm)
  •  Senão em formatos A1 (ABNT – 841 x 594mm) em quais formatos estão?
  •  Qual a mídia dos formatos ( vegetal, cópias )
  •  Qual a disciplina da engenharia para os desenhos constantes nos formatos ( civil, arquitetura, topografia, cadastro, semi-cadastro, talhões )
  • Os originais estão em mapoteca vertical com aparas ou em mapoteca horizontal ;
  • Se em aparas de pendurar, estão grampeadas ou coladas
  • Se em aparas coladas, estas são de plástico ou papel ? Podem ser retiradas ?
  • Haverá necessidade de recolocar as aparas de pendurar
  • Há um número de originais em mídias ( papéis ) sépia de heliografia editada, raspada e redesenhada em nanquim ou lápis ;

Para saída dos originais como produto de escaneio:

  • Haverá necessidade de “limpeza” total do documentos ;
  • Haverá necessidade de entrega de todos os documentos com imagens retas na tela. Esta operação coloca o documento em posição de leitura a partir de uma linha base no arquivo;
  • Haverá necessidade de se fazer “crop” em todos os documentos. – Cortar a imagem em áreas de interesse apenas. Esta operação coloca somente a área útil do documento em gravação perpétua retirando todas as áreas fora da linha de corte do documento;
  • É necessário a indexação em software ou planilha ? 
  • Qual o nível de indexação do documento ?
  • Quantos níveis hierárquicos são necessários para cada documento ?
  • As informações para indexação estão todas no documento ou será apresentada em lista adicional para consulta;

Para questões operacionais :

  • Todos os originais serão liberados de uma só vez ?
  •  Poderá ser retirado apenas o volume de desenhos ou somente com os armários, mapotecas e etc.;
  • O trabalho poderá ser entregue quando pronto ou haverá necessidade de entregas parciais ?
  • Os documentos são consultados regularmente? 
  • Em que período ou são “arquivo morto” ?
    
Com estas informações conseguimos fazer uma estimativa sem visitação de custos iniciais para orçamento ou para colocação em planejamentos anuais de empresas e governo.

Peça um orçamento ! Clique aqui.
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Orçamento de Digitalização de Desenhos e Documentos

Se está interessado em valores para a digitalização de acervos de desenhos em mapotecas ou em memórias de cálculo, os primeiros passos para o orçamento descrevemos abaixo.
Para a entrada de informações sobre os originais:
  •  Todos os originais estão realmente em formato A1 (841x594mm)
  •  Senão em formatos A1 (ABNT – 841 x 594mm) em quais formatos estão?
  •  Qual a mídia dos formatos ( vegetal, cópias )
  •  Qual a disciplina da engenharia para os desenhos constantes nos formatos ( civil, arquitetura, topografia, cadastro, semi-cadastro, talhões )
  • Os originais estão em mapoteca vertical com aparas ou em mapoteca horizontal ;
  • Se em aparas de pendurar, estão grampeadas ou coladas
  • Se em aparas coladas, estas são de plástico ou papel ? Podem ser retiradas ?
  • Haverá necessidade de recolocar as aparas de pendurar
  • Há um número de originais em mídias ( papéis ) sépia de heliografia editada, raspada e redesenhada em nanquim ou lápis ;

Para saída dos originais como produto de escaneio:

  • Haverá necessidade de “limpeza” total do documentos ;
  • Haverá necessidade de entrega de todos os documentos com imagens retas na tela. Esta operação coloca o documento em posição de leitura a partir de uma linha base no arquivo;
  • Haverá necessidade de se fazer “crop” em todos os documentos. – Cortar a imagem em áreas de interesse apenas. Esta operação coloca somente a área útil do documento em gravação perpétua retirando todas as áreas fora da linha de corte do documento;
  • É necessário a indexação em software ou planilha ? 
  • Qual o nível de indexação do documento ?
  • Quantos níveis hierárquicos são necessários para cada documento ?
  • As informações para indexação estão todas no documento ou será apresentada em lista adicional para consulta;

Para questões operacionais :

  • Todos os originais serão liberados de uma só vez ?
  •  Poderá ser retirado apenas o volume de desenhos ou somente com os armários, mapotecas e etc.;
  • O trabalho poderá ser entregue quando pronto ou haverá necessidade de entregas parciais ?
  • Os documentos são consultados regularmente? 
  • Em que período ou são “arquivo morto” ?
    
Com estas informações conseguimos fazer uma estimativa sem visitação de custos iniciais para orçamento ou para colocação em planejamentos anuais de empresas e governo.

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Repetindo em texto maior e mais claro as dimensões em milímetros dos formatos :
FORMATO AO – 1189 x 841
FORMATO A1 – 841 X 594
FORMATO A2 – 594 X 420
FORMATO A3 – 420 X 297
FORMATO A4 – 297 X 210

A norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) recomenda procedimentos para facilitar que as cópias técnicas sejam dobradas de forma que fiquem com dimensões, após dobradas, similares as dimensões de folhas tamanho A4.

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Fonte, imagens e figuras : AJS e ABNT  ;
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NBR 6492: Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro, 1994.

NBR 10068/87: Folha de desenho – leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
NBR 13142/99: Dobramento e cópia. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 08196 NB 806: Desenho tecnico – Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 10647: Desenho técnico (terminologia) . Rio de Janeiro, 1989.
NBR 10067: Princípios gerais em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995
NBR 10126: Cotagem em desenho técnico .Rio de Janeiro,1987
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NBR 8402: Execução de caracter de escrita em desenho técnico .Rio de Janeiro, 1994.
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