Vetorização – Mapas Geológicos – Mapa, Perfil e 3D

Neste trabalho o cliente interessadoMineração Nacional de Grafite em Minas Gerais, nos enviou plantas em formato A0, plantas topográficas e de locação, onde digitalizamos para imagem, realizamos a retificação para as coordenadas e vetorizamos os mapas nas diversas informações e detalhes. O arquivo digital foi entregue em verdadeira grandeza, com orientação para o norte verdadeiro e coordenadas correntes – ao movimentar o cursor é mostrada a coordenada verdadeira.
     
A planta além dos dados topográficos e altimetria continha informações de investigações geológicas. Foram digitalizados também os perfis da área de interesse.
    
E ao final os trabalhos foram entregues os arquivos dos desenhos fornecidos em papel, nas coordenadas UTM, com todas as informações geológicas indexadas aos vetores e também um modelo da área em três dimensões.
    
Precisa digitalizar, georreferenciar e vetorizar mapas, temas ou projetos! Digitalize HOJE !!!
      

Formato origem : Diversos ABNT

Ano : 1998

Quantidade de Imagens :13

Quantidade de arquivos : 13

Referência : 141

Para maiores informações e orçamentos de vetorização e digitalização :
     

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais

  (11) 3301-5484
São Paulo

  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Vetorização – Mineração

Apresentamos neste blog alguns trabalhos que realizamos com a digitalização e vetorização de desenhos técnicos, para exemplificar a aplicabilidade da conversão do papel para o digital. 
    
A vetorização é o desenho em computador (CAD) de informações de uma imagem raster para vetor, filtrando (redesenhando) apenas as informações necessárias ao novo projeto (arquivo digital de desenho).

Neste trabalho o cliente interessado nos enviou uma planta em formato A0, vegetal, onde digitalizamos para imagem, realizamos a retificação para as coordenadas informadas e vetorizamos a planta em todas as informações e detalhes. O arquivo digital foi entregue em verdadeira grandeza, com orientação para o norte verdadeiro e coordenadas correntes – ao movimentar o cursor é mostrada a coordenada verdadeira. Curvas de nível, instalações e pilhas de material estocado foram vetorizados consolidando a necessidade do cliente e uso do arquivo para todas as áreas de engenharia da mina.

     
Arquivo vetorizado
        
Formato origem : A0
Cliente : Minerações Brasileiras Reunidas – Região da Mina do Pico – MG ( hoje VALE )
Ano : 2000
Quantidade de Imagens :1
Quantidade de arquivos : 1
Referência : 208
Justificativa do trabalho : setor de engenharia da mineração precisava da planta em arquivo digital para sinalização e mapa-chave para diversas aplicações.

No desenho cada seção, vista, detalhe ou planta foi redesenhado respeitando a geometria informada. O desenho resultante tem todas as informações de medida reais podendo ser utilizadas por qualquer software CAD.

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Cartas do Brasil ao Milionésimo – Numeração

O Brasil foi dividido em quarenta e seis folhas ao milionésimo sendo cinco delas no hemisfério Norte.
Cada folha pode ser indicada pelo nome ou por uma indicação formada por letras e números :

  • Formato das folhas com 6 graus de LONGITUDE por 4 graus de LATITUDE ;
  • Código para denominação das folhas formado por letras e números ; 
  • Letras N ou S para indicar hemisfério Norte ou Sul ;
  • Letras maiúsculas de A até V para indicar a faixa de quadrículas por LATITUDE ;
  • Números que vão de 1 a 60 indicam zonas de LONGITUDE de 6 graus que partem do meridiano de 180 graus na direção Oeste-Leste ;
  • Moldura interna contendo sub-divisão com equidistância de 5 minutos ;
  • Paralelos e meridianos traçados de grau em grau ;
  • A contar do ângulo noroeste para Leste são inseridos números romanos de 1 a 12, dentro de um círculo com espaçamento de 30 minutos ;
  • Na direção da LATITUDE  são inseridas letras de “a” a “h” ;

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

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Cartas do Brasil ao Milionésimo – Numeração

O Brasil foi dividido em quarenta e seis folhas ao milionésimo sendo cinco delas no hemisfério Norte.
Cada folha pode ser indicada pelo nome ou por uma indicação formada por letras e números :

  • Formato das folhas com 6 graus de LONGITUDE por 4 graus de LATITUDE ;
  • Código para denominação das folhas formado por letras e números ; 
  • Letras N ou S para indicar hemisfério Norte ou Sul ;
  • Letras maiúsculas de A até V para indicar a faixa de quadrículas por LATITUDE ;
  • Números que vão de 1 a 60 indicam zonas de LONGITUDE de 6 graus que partem do meridiano de 180 graus na direção Oeste-Leste ;
  • Moldura interna contendo sub-divisão com equidistância de 5 minutos ;
  • Paralelos e meridianos traçados de grau em grau ;
  • A contar do ângulo noroeste para Leste são inseridos números romanos de 1 a 12, dentro de um círculo com espaçamento de 30 minutos ;
  • Na direção da LATITUDE  são inseridas letras de “a” a “h” ;

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

Cartas do Brasil ao Milionésimo – Convenções

A carta do Brasil ao milionésimo faz parte de um plano mundial que teve origem em convenção internacional na Inglaterra em 1909.
Foram estabelecidos padrões técnicos para a confecção de cartas na escala de 1:1.000.000 – um por um milhão – daí o nome e expressão ” ao milionésimo ” .
   
As dimensões das folhas foram fixadas em 6 graus de longitude e 4 graus de latitude.
 

Quanto a denominação e localização das folhas foi estabelecido :
  • código combinando letras e números ( N ou S para indicar norte ou sul ) ;
  • letras de A até V para indicar os fusos que partem do antimeridiano de Greenwich na direção oeste-leste ;
  • Projeção cartográfica Policônica com a modificação do traçado dos meridianos para retas afim de que a junção das folhas adjacentrs fosse facilitada ;
  • Esta projeção teve problemas e hoje é utilizada a de Lambert.
  
Veja o esquema da Zona 23 :
  
  • Limitada pelos meridianos de 42 a 48 graus Oeste ;
  • Meridiano Central é o de 45 graus ;
  • Dividida em faixas de 4 graus de LATITUDE que são identificados pela letras A, B, C, etc ;
  
A folha de referência SF-23 tem o seguinte significado :
  • S = Hemisfério Sul ;
  • F = faixa entre 20 e 24 graus de LATITUDE ;
  • 23 =  número da zona que fica entre 42 e 48 graus de LONGITUDE Oeste.
  
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

 
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Cartas do Brasil ao Milionésimo – Convenções

A carta do Brasil ao milionésimo faz parte de um plano mundial que teve origem em convenção internacional na Inglaterra em 1909.
Foram estabelecidos padrões técnicos para a confecção de cartas na escala de 1:1.000.000 – um por um milhão – daí o nome e expressão ” ao milionésimo ” .
   
As dimensões das folhas foram fixadas em 6 graus de longitude e 4 graus de latitude.
 

Quanto a denominação e localização das folhas foi estabelecido :
  • código combinando letras e números ( N ou S para indicar norte ou sul ) ;
  • letras de A até V para indicar os fusos que partem do antimeridiano de Greenwich na direção oeste-leste ;
  • Projeção cartográfica Policônica com a modificação do traçado dos meridianos para retas afim de que a junção das folhas adjacentrs fosse facilitada ;
  • Esta projeção teve problemas e hoje é utilizada a de Lambert.
  
Veja o esquema da Zona 23 :
  
  • Limitada pelos meridianos de 42 a 48 graus Oeste ;
  • Meridiano Central é o de 45 graus ;
  • Dividida em faixas de 4 graus de LATITUDE que são identificados pela letras A, B, C, etc ;
  
A folha de referência SF-23 tem o seguinte significado :
  • S = Hemisfério Sul ;
  • F = faixa entre 20 e 24 graus de LATITUDE ;
  • 23 =  número da zona que fica entre 42 e 48 graus de LONGITUDE Oeste.
  
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 125 a 127.

Latitude e Longitude

Com base na rede geográfica, podemos determinar as coordenadas, ou seja, a LATITUDE e a LONGITUDE de qualquer ponto situado sobre a superfície terrestre.
      
Para determinação da LATITUDE são considerados os paralelos enquanto a LONGITUDE os meridianos.
LATITUDE é o valor angular do arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo do lugar de referência. Será sempre norte (N) ou sul (S).
Veja a figura :
   
  • Equador e eixo da terra formam ângulo de 90 graus ; esta é a LATITUDE máxima;
  • Os pontos A e B, situados no mesmo paralelo possuem LATITUDE de 45 graus norte;
  • Os pontos C e D possuem LATITUDE de 60 graus sul;
  • O valor de cada paralelo é determinado pelo ângulo formado no centro da terra pelo plano do Equador e a linha correspondente ao prolongamento da vertical do lugar.
LONGITUDE  é o valor angular junto ao eixo da terra do plano formado pelo prolongamento das extremidades do arco de paralelo compreendido entre o meridiano Greenwich e o meridiano do lugar de referência considerando este plano sempre paralelo ao Equador. A LONGITUDE será sempre Leste (E) ou Oeste (W). Assim as coordenadas geográficas de um ponto qualquer sobre a superfície terrestre correspondem então ao conjunto de LATITUDE e LONGITUDE.
Veja a figura :
   

  • Considere que Greenwich seja aquele que passa por A e D;
  • Neste caso a LONGITUDE dos pontos C e D é de 90 graus;
  • O ponto C está no plano do Equador e sua LONGITUDE é determinada pelo ângulo formado em B, no centro da Terra;
  • A LONGITUDE de F é determinada pelo ângulo formado em E ;
No exemplo da figura abaixo as coordenadas geográficas do ponto P – LATITUDE e LONGITUDE – são 50 graus de LATITUDE NORTE e 110 graus de LONGITUDE LESTE.
  

   
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 55 a 57.

 
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Latitude e Longitude

Com base na rede geográfica, podemos determinar as coordenadas, ou seja, a LATITUDE e a LONGITUDE de qualquer ponto situado sobre a superfície terrestre.
      
Para determinação da LATITUDE são considerados os paralelos enquanto a LONGITUDE os meridianos.
LATITUDE é o valor angular do arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo do lugar de referência. Será sempre norte (N) ou sul (S).
Veja a figura :
   
  • Equador e eixo da terra formam ângulo de 90 graus ; esta é a LATITUDE máxima;
  • Os pontos A e B, situados no mesmo paralelo possuem LATITUDE de 45 graus norte;
  • Os pontos C e D possuem LATITUDE de 60 graus sul;
  • O valor de cada paralelo é determinado pelo ângulo formado no centro da terra pelo plano do Equador e a linha correspondente ao prolongamento da vertical do lugar.
LONGITUDE  é o valor angular junto ao eixo da terra do plano formado pelo prolongamento das extremidades do arco de paralelo compreendido entre o meridiano Greenwich e o meridiano do lugar de referência considerando este plano sempre paralelo ao Equador. A LONGITUDE será sempre Leste (E) ou Oeste (W). Assim as coordenadas geográficas de um ponto qualquer sobre a superfície terrestre correspondem então ao conjunto de LATITUDE e LONGITUDE.
Veja a figura :
   
  • Considere que Greenwich seja aquele que passa por A e D;
  • Neste caso a LONGITUDE dos pontos C e D é de 90 graus;
  • O ponto C está no plano do Equador e sua LONGITUDE é determinada pelo ângulo formado em B, no centro da Terra;
  • A LONGITUDE de F é determinada pelo ângulo formado em E ;
No exemplo da figura abaixo as coordenadas geográficas do ponto P – LATITUDE e LONGITUDE – são 50 graus de LATITUDE NORTE e 110 graus de LONGITUDE LESTE.
  

   
Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 55 a 57.

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