Mapa Chave e Locação

Muitos projetos ou empreendimentos precisam de um mapa chave no início da apresentação ou até mesmo para a capa do caderno.

Utilidade ideal para a imagem de mapas ou originais que possam ser digitalizados. Veja abaixo um exemplo:

A impressão que se apresenta como na imagem acima, é resultado de um arquivo híbrido. Imagem colorida para o mapa e seu detalhe, vetor para o formato e logotipos. Pode ser impressa em diversas escalas e  mídias diversas.
Precisa digitalizar mapas coloridos em grandes formatos ? Digitalize Hoje  !!!

Vetorização – Passo a Passo – Camadas ( Layers )

Veja vantagens de vetorização de documentos técnicos. Quando se tem um mapa impresso em mãos, as informações são aquelas visíveis e em alguns casos confusas para se projetar ou desenhar por cima. Aquela velha técnica do papel de seda ou vegetal não ajuda muito. Em um arquivo resultado de vetorização as informações são colocadas em camadas. As camadas (layers) podem ser desligadas e colocadas na tela de acordo com a necessidade. Editadas, bloqueadas, coloridas ou não.

Veja o mapa abaixo em camadas. Primeiro a grade de coordenadas UTM.
   

  

A camada com as curvas de nível mestras

   

  

Camada com os textos de informação das curvas de nível

   

    

   E o arquivo digital com as informações necessárias em camadas separadas e apresentadas

   

 
Precisa digitalizar, georreferenciar e vetorizar mapas, temas ou projetos! Digitalize HOJE !!!

Vetorização – Mapas de Solos

Apresentamos neste blog alguns trabalhos que realizamos com a digitalização e vetorização de desenhos técnicos, para exemplificar a aplicabilidade da conversão do papel para o digital. 


A vetorização é o desenho em computador (CAD) de informações de uma imagem raster para vetor, filtrando (redesenhando) apenas as informações necessárias ao novo projeto (arquivo digital de desenho).
 
Neste trabalho o cliente interessado nos enviou plantas em formato A0, mapas de solos impressos, onde digitalizamos para imagem, calculamos as coordenadas UTM, realizamos a retificação para as coordenadas calculadas e vetorizamos os mapas nas diversas informações de solos, litologias e detalhes. O arquivo digital foi entregue em verdadeira grandeza, com orientação para o norte verdadeiro e coordenadas correntes – ao movimentar o cursor é mostrada a coordenada verdadeira.

 

   
Arquivo vetorizado
Formato origem : A0
Cliente : Fahma
Ano : 2000
Quantidade de Imagens : 5
Quantidade de arquivos : 5
Referência : 207
 
Justificativa do trabalho : setor de engenharia da empresa de projetos precisava da planta em arquivo digital para sinalização e mapa-chave para diversas aplicações. Também para cálculo de áreas, delimitação de bacias, delimitação de áreas de litologias e interseções. Veja no detalhe.
    

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Os melhores preços para Impressoras Plotter, Suprimentos para Plotter, Cartuchos de Tinta

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Para maiores informações e orçamentos de vetorização e digitalização :

     

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais
 
  (11) 3301-5484
São Paulo
 
  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Verdadeira Grandeza

A verdadeira grandeza é uma definição para representar a dimensão real de um ente geométrico. Sejam distâncias, medidas de ângulos e áreas de superfícies podem ter as suas verdadeiras grandezas determinadas e indicadas.
Neste blog indicamos as medidas em escalas gráficas, dimensões e medidas informadas e a verdadeira grandeza de um metro ( uma unidade informada equivale a um metro ).
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Vetorização – Mineração

Apresentamos neste blog alguns trabalhos que realizamos com a digitalização e vetorização de desenhos técnicos, para exemplificar a aplicabilidade da conversão do papel para o digital. 
    
A vetorização é o desenho em computador (CAD) de informações de uma imagem raster para vetor, filtrando (redesenhando) apenas as informações necessárias ao novo projeto (arquivo digital de desenho).

Neste trabalho o cliente interessado nos enviou uma planta em formato A0, vegetal, onde digitalizamos para imagem, realizamos a retificação para as coordenadas informadas e vetorizamos a planta em todas as informações e detalhes. O arquivo digital foi entregue em verdadeira grandeza, com orientação para o norte verdadeiro e coordenadas correntes – ao movimentar o cursor é mostrada a coordenada verdadeira. Curvas de nível, instalações e pilhas de material estocado foram vetorizados consolidando a necessidade do cliente e uso do arquivo para todas as áreas de engenharia da mina.

     
Arquivo vetorizado
        
Formato origem : A0
Cliente : Minerações Brasileiras Reunidas – Região da Mina do Pico – MG ( hoje VALE )
Ano : 2000
Quantidade de Imagens :1
Quantidade de arquivos : 1
Referência : 208
Justificativa do trabalho : setor de engenharia da mineração precisava da planta em arquivo digital para sinalização e mapa-chave para diversas aplicações.

No desenho cada seção, vista, detalhe ou planta foi redesenhado respeitando a geometria informada. O desenho resultante tem todas as informações de medida reais podendo ser utilizadas por qualquer software CAD.

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Para maiores informações e orçamentos de vetorização e digitalização :
     

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São Paulo
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Rio de Janeiro

Vetorização – Levantamento Planialtimétrico

Apresentamos neste blog alguns trabalhos que realizamos para exemplificar a necessidade de conversão do papel para o digital. A vetorização é o desenho de informações de uma imagem raster para vetor, filtrando (redesenhando) apenas as informações necessárias ao novo projeto.

Neste trabalho o cliente nos enviou uma planta antiga de uma fazenda, em papel. Foi feita a digitalização em scanner formato A0, construída a grade de coordenadas informada em verdadeira grandeza, depois a imagem foi retificada para coincidir  com a grade de coordenadas.
Em seguida foi feita a vetorização dos temas desejados, veja o resultado.
   
Formato origem : A0
Cliente : Topografo Sr. Domingos
Ano : 2000
Quantidade de Imagens : 1
Quantidade de arquivos : 1
Referência : 206
Justificativa do trabalho : cliente precisava fazer a locação de marcos na fazenda com pontos de GPS e entregar arquivo da área com os pontos para projeto de loteamento. O projeto de loteamento foi feito em software especifíco.

No desenho cada tema – curvas de nível, hidrografia, pontos, estradas e outros – foi colocado em camadas ( layers ) diferentes. Em todas as curvas de nível foram inseridas a elevação ( cota z ) que possibilita o trabalho com maquetes, novas interpolações, cálculo de volumes e estudos de declividades.

Precisa digitalizar, georreferenciar e vetorizar mapas, temas ou projetos! Digitalize HOJE !!!
Para maiores informações e orçamentos de vetorização e digitalização :

 

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais
  (11) 3301-5484
São Paulo
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Formatos ABNT – A0, A1, A2, A3 e A4

Você tem dúvidas sobre o que é um desenho técnico, formatos, margens, dobras, cópias e dimensões padronizadas ? Veja abaixo de maneira suscinta o que cada um significa.

A norma da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068/87: Folha de desenho – Leiaute e Dimensões. Rio de Janeiro, 1987, informa que as dimensões em milímetros de formatos para a apresentação de desenhos técnicos impressos e copiados são:
Repetindo em texto maior e mais claro as dimensões em milímetros dos formatos :
FORMATO AO – 1189 x 841
FORMATO A1 – 841 X 594
FORMATO A2 – 594 X 420
FORMATO A3 – 420 X 297
FORMATO A4 – 297 X 210
A norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) recomenda procedimentos para facilitar que as cópias técnicas sejam dobradas de forma que fiquem com dimensões, após dobradas, similares as dimensões de folhas tamanho A4.

Esta padronização facilita para arquivamento e armazenamento das impressões e cópias quando também no Brasil os relatórios em sua maioria são impressos em formatos A4.
  

Fonte, imagens e figuras : AJS e ABNT  ;

Se tiver curiosidade em desenhos técnicos e normatização de desenhos técnicos consulte:
NBR 6492: Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro, 1994.

NBR 10068/87: Folha de desenho – leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
NBR 13142/99: Dobramento e cópia. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 08196 NB 806: Desenho tecnico – Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 10647: Desenho técnico (terminologia) . Rio de Janeiro, 1989.
NBR 10067: Princípios gerais em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995
NBR 10126: Cotagem em desenho técnico .Rio de Janeiro,1987
NBR 6158: Sistema de tolerância e ajustes . Rio de Janeiro, 1995
NBR 8402: Execução de caracter de escrita em desenho técnico .Rio de Janeiro, 1994.
NBR 8403: Aplicação de linhas em desenhos – Tipos de linhas .Rio de Janeiro, 1984.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

Ligue:
  (31) 3291-9600
Minas Gerais
  (11) 3301-5484
São Paulo
  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Escala

Todo mapa, desenho ou projeto é uma representação esquemática e reduzida da superfície terrestre, área ou empreendimento.
Esta redução se faz segundo determinada proporção entre o desenho e a superfície real.
   
Tal proporção, é o que se chama escala.
A escala pode ser informada como uma relação numérica ( 1:200.000 ).
Quando a escala é informada assim diz-se escala numérica. O número 1 que fica antes dos dois pontos, corresponde à unidade considerada sobre o mapa e é chamado numerador da escala ;  o número 200.000 após os dois pontos, indica o número de unidades da realidade ou o número de vezes que a superfície foi reduzida e é chamado denominador da escala.
A unidade poderá ser considerada como qualquer tipo de medida que se conheça : milímetro, centímetro, metro, quilômetro, etc.
Se o 1 for considerado centímetro o 200.000 também o será
Uma planta de casa não deixa de ser um mapa e quase sempre são feitas na escala de 1:50 centímetros, o que informa que cada 1 centímetro na planta irá equivaler a 50 centímetros na casa.
Outra forma de representação e informação de escalas é a escala gráfica. Mais uma forma de fazer referência à proporção entre o desenho e a realidade pode ser por um gráfico.
   

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 115 a 117.

Escala

Todo mapa, desenho ou projeto é uma representação esquemática e reduzida da superfície terrestre, área ou empreendimento.
Esta redução se faz segundo determinada proporção entre o desenho e a superfície real.
   
Tal proporção, é o que se chama escala.
A escala pode ser informada como uma relação numérica ( 1:200.000 ).
Quando a escala é informada assim diz-se escala numérica. O número 1 que fica antes dos dois pontos, corresponde à unidade considerada sobre o mapa e é chamado numerador da escala ;  o número 200.000 após os dois pontos, indica o número de unidades da realidade ou o número de vezes que a superfície foi reduzida e é chamado denominador da escala.
A unidade poderá ser considerada como qualquer tipo de medida que se conheça : milímetro, centímetro, metro, quilômetro, etc.
Se o 1 for considerado centímetro o 200.000 também o será
Uma planta de casa não deixa de ser um mapa e quase sempre são feitas na escala de 1:50 centímetros, o que informa que cada 1 centímetro na planta irá equivaler a 50 centímetros na casa.
Outra forma de representação e informação de escalas é a escala gráfica. Mais uma forma de fazer referência à proporção entre o desenho e a realidade pode ser por um gráfico.
   

Fonte : Adaptado do livro Fundamentos de Cartografia – Paulo Araújo Duarte – 2002 , páginas 115 a 117.

 
Para maiores informações e orçamento de digitalização :

 

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  (21) 3002-0272
Rio de Janeiro

Formatos ABNT – A0, A1, A2, A3 e A4

Você tem dúvidas sobre o que é um desenho técnico, formatos, margens, dobras, cópias e dimensões padronizadas ? Veja abaixo de maneira suscinta o que cada um significa.

Os melhores preços para Impressoras Plotter, Suprimentos para Plotter, Cartuchos de Tinta

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A norma da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068/87: Folha de desenho – Leiaute e Dimensões. Rio de Janeiro, 1987, informa que as dimensões em milímetros de formatos para a apresentação de desenhos técnicos impressos e copiados são:
Repetindo em texto maior e mais claro as dimensões em milímetros dos formatos :
FORMATO AO – 1189 x 841
FORMATO A1 – 841 X 594
FORMATO A2 – 594 X 420
FORMATO A3 – 420 X 297
FORMATO A4 – 297 X 210

A norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) recomenda procedimentos para facilitar que as cópias técnicas sejam dobradas de forma que fiquem com dimensões, após dobradas, similares as dimensões de folhas tamanho A4.

Esta padronização facilita para arquivamento e armazenamento das impressões e cópias quando também no Brasil os relatórios em sua maioria são impressos em formatos A4.
  
Fonte, imagens e figuras : AJS e ABNT  ;
Se tiver curiosidade em desenhos técnicos e normatização de desenhos técnicos consulte:

NBR 6492: Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro, 1994.

NBR 10068/87: Folha de desenho – leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
NBR 13142/99: Dobramento e cópia. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 08196 NB 806: Desenho tecnico – Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
NBR 10647: Desenho técnico (terminologia) . Rio de Janeiro, 1989.
NBR 10067: Princípios gerais em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995
NBR 10126: Cotagem em desenho técnico .Rio de Janeiro,1987
NBR 6158: Sistema de tolerância e ajustes . Rio de Janeiro, 1995
NBR 8402: Execução de caracter de escrita em desenho técnico .Rio de Janeiro, 1994.
NBR 8403: Aplicação de linhas em desenhos – Tipos de linhas .Rio de Janeiro, 1984.
Os melhores preços para Impressoras Plotter, Suprimentos para Plotter, Cartuchos de Tinta

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